No ano de 2004, alguns amigos reuniram-se para apresentar uma alternativa para o cenário cultural existente na cidade. Eram pessoas que tinham uma carreira na cultura local, bem como amantes da cidade e de sua produção socio-cultural.

Urgia criar um espaço que, na sua visão, pudesse ser uma acolhida de todos aqueles que desejavam o melhor para São Gonçalo e seus cidadãos. Um local aonde todos pudessem buscar informações sobre a história da cidade, bem como conhecer pessoas que partilhassem de uma visão comunitária do acesso à cultura brasileira. Depois de encontros, sempre informais, surgia a SAL – Sociedade de Artes e Letras de São Gonçalo.

Reuniram economias e fizeram um registro em Cartório, uma identidade visual e um distintivo que era, com suas cores, o sinal do amor pela cidade de São Gonçalo.

 

Os pioneiros

A primeira Diretoria foi composta destes amigos:

  • Alexandre Martins - presidente
  • Lana Serafim - secretária
  • Paulo Souto - vice-presidente e diretor de acervo
  • Bruna Tavares - tesoureira


Em seguida, Leonardo Silva juntou-se ao time, como 2º secretário.
A primeira sócia foi a professora Maria Nelma Carvalho Braga, uma pesquisadora incansável da história da cidade e de seus vultos históricos.

 

Inserção na Cultura gonçalense


A SAL colocou no ar sua página oficial, com notícias da cidade, e criou nela o primeiro banco de dados de artistas gonçalenses à disposição do grande público. Espaços culturais da cidade ofereceram-se para acolher as reuniões públicas da SAL, como a Livraria Nobel.
As associações artísticas de São Gonçalo sempre trataram a SAL com cortesia, tais como a Academia de Letras, o Instituto Histórico, a União dos Trovadores, etc.

A SAL ocupa uma cadeira no Conselho de Cultura da cidade de São Gonçalo desde 2009.

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