Museu dos Ex-Combatentes em São Gonçalo

 

 

O único museu a céu aberto, com símbolos e artefatos usados na 2ª Guerra Mundial (1939/1945), o Museu dos Ex-Combatentes de São Gonçalo está situado na Praça dos Ex-Combatentes, no bairro Patronato. Fundado em 1970, foi totalmente reformado pelo governo Aparecida Panisset, que o reinaugurou no início de 2010, com os seus monumentos restaurados, novas placas indicativas, pontos de iluminação renovados, jardins com plantio de mudas de árvores, e toda a área pintada, bem como a sede oficial existente ao lado da praça. Para evitar que houvessem pixações, desde então existe um esquema de segurança, através de integrantes da Guarda Municipal.

 

1 - Monumento a Força Expedicionária Brasileira (FEB).
2 - Hélice da Esquadrilha"Senta Pua" - Força Aérea Brasileira (FAB).
3 - Tanque de Guerra Americano, de 12 toneladas.
4 - Canhão de Artilharia Anti-Áerea.
5 - Âncora de navio da Marinha de Guerra do Brasil.
6 - Bomba de profundidade, usada para afundar submarinos.
7 - Sinalização maritima (bóia).
8 - Rampa de lançamento de bomba de profundidade.
9 - Monumento às Forças Armadas ( Exército, Marinha , Aeronáutica).
10 - Brasão da República (15/11/1889).

Diretoria da AECB-SG

 O ex-combatente Sylvio de Mattos, durante muitos anos presidiu a Associação dos Ex-Combatentes de São Gonçalo. Após o seu falecimento, uma nova diretoria foi eleita, e até a presente data, está assim constituida:

Presidente: 1º Tenente de Exército R-1 Nelson Moreira Botelho;
Vice-presidente: 2º Tenente Antonio Vidal de Almeida;
Secretário-Geral: 2º Tenente Otacílio Moura;
Tesoureiro Geral: 2º Tenente João Alves Pacheco;
Tesoureiro Adjunto: 2º Tenente Wanderley C. Filho;
Diretor de Patrimônio:2º Tenente Alfredo Guerreiro;
Diretor de Esporte e Lazer: 2º Tenente José Nascimento.


fonte: Blog do Assueres

 

 

 

Centro de Memória da Imigração de Ilhas das Flores

 

O museu tem como principal atrativo a arquitetura de época, a paisagem natural e as visitas guiadas por monitores, ligados ao programa de história da Uerj. Ao chegar, os visitantes assistem a um documentário que reúne depoimentos de pessoas que viveram na Ilha, tanto imigrantes quanto ex-funcionários. Depois começa o tour propriamente dito, que tem cinco paradas, assinadas por totens explicativos.

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Antigo Cais do Bote: área hoje é aterro.

Primeiro se vai ao Cais do Bote, criado para normatizar o acesso de empregadores à ilha. A guarita criada onde ficava o cais localiza-se na parte da ilha mais próxima ao continente antes do aterro. Uma chaminé ainda existe e presente em fotografias permite que o visitante se localize.

Outras paradas são no cais da Baía de Guanabara, em frente à antiga capela e os três alojamentos em 1907. Estes compõem a parte mais interessante do tour; as edificações, providas de certo refinamento estilístico, permanecem bastante conservadas. Há ainda uma exposição sobre os funcionários que costumavam morar ali, em um prédio.

Faltam objetos da época em que a hospedaria funcionava, roupas, móveis e documentos, artefatos que deem vida às histórias contadas pelos monitores e assistidas nos vídeos. A simplicidade foi o caminho possível para se construir um museu com orçamento baixo. Outra limitação é que a base dos fuzileiros navais está em pleno funcionamento. Por isso, não é possível visitar o interior da maioria das construções.

O museu permanece hoje um dos únicos equipamentos culturais de São Gonçalo e do norte fluminense. Outros patrimônios históricos, como a Fazenda Colubandê, marco da arquitetura colonial, encontram-se em estado de abandono total ou parcial.

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Antigo alojamento de imigrantes, hoje dormitório de fuzileiros navais.

 

 


visite: http://www.hospedariailhadasflores.com.br/